Adolescentes de Escolas Públicas  – Modos de Aprender

2012

 
Blog Summary Widget
 

Esta proposta é resultado de pesquisas realizadas por nós com adolescentes dos dois últimos anos do ensino fundamental e primeiro do ensino médio com vistas a conhecer melhor os modos de aprendizagem deste grupo etário e de seu engajamento na própria aprendizagem. São alunos de escolas públicas estaduais, encontram-se na faixa etária entre 12 e 17 anos e formam um grupo heterogêneo.


Adolescentes – Linguagem, Pensamento e Ação


Antes de tudo é preciso destacar que neste século 21, os adultos parecem ter perdido a capacidade de reconhecer quem é o adolescente. Ora falamos em crianças, ora em jovens, pouco sobre os adolescentes.

Os estudos clássicos apontam a adolescência como uma etapa da vida marcada por um turbilhão de mudanças de ordem física, cognitiva, social e emocional. São mudanças que produzem no adolescente enorme insegurança e vulnerabilidade.   

O inicio e desenvolvimento da adolescência coincide com a mudança radical na organização e estrutura de ensino fundamental; se na primeira etapa deste nível de  ensino há um único professor responsável por turma – e, nele os alunos criam vínculos relacionais com seu professor tomando – o como bússola orientadora e reguladora de seu aprendizado - , na segunda etapa a organização do ensino se faz a partir de um conjunto de disciplinas ministradas por professores especialistas ; perde-se aqui vínculos e referencias para regulação do aprendizado (Cenpec, Brant e Mansuti,2010).

Para além das mudanças puberais, os adolescentes navegam na complexidade da sociedade contemporânea em que vivemos. São nativos da era digital e informacional; apresentam outra racionalidade cognitiva onde o aprender se faz descentrado e difuso. Fascinados pelo mundo digital, mesmo os adolescentes de menor poder aquisitivo possuem um celular que lhes dá acesso as redes sociais e aos games on-line. Não se intimidam com os comandos em inglês. São rápidos e ágeis na leitura de tais comandos, guiando- se pela intuição .

É uma geração que acessa muitas informações que vão se acumulando de forma fragmentada tal qual ofertadas pela sociedade midiática que vivemos hoje. No entanto , não agarram as informações e conhecimentos que acessam. Carecem de mediações que a escola (e adultos de referencia) nem sempre realiza. Sentem-se abandonados e inseguros para lidar com a excedência cultural e com as informações instantâneas mundiais ou locais que lhes chegam  como que interditadas pelo isolamento e vulnerabilidades de toda ordem que apresentam. Vivem mergulhados no presente e depositam muito pouco interesse ao passado.

•Pudemos constatar que estes adolescentes apresentam grande dificuldade de concentração, insegurança, comportamentos defensivos, baixo capital argumentativo e pouco respeito, ou domínio de regras de civilidade frente ao outro e ao espaço coletivo. Possuem um universo de linguagem e de experiências bastante restrito. E, talvez seja esse o cerne da questão. Convivem com a riqueza da cultura contemporânea sem o traquejo e as bases para usufruir dela. Seus pais querem muito que estudem; controlam a ida e freqüência a escola sem, porém envolver- se nos estudos e nos aprendizados.

Em casa ficam sós, assistem muita televisão, jogam vídeo games; não fazem as lições de casa, pois como dizem: a escola tem muita aula vaga que utilizam para fazer as tarefas.

Há uma economia de argumentos possivelmente pela falta de argumentos: não são estimulados. Ressentem-se da falta do exercício das trocas sobre os fatos vividos e de respostas às suas curiosidades.

  1. Muitos destes adolescentes apresentam acentuada defasagem idade-série escolar. Alguns são multirepetentes. Esta é a grande questão que permanece como “chagas” da segunda etapa do ensino fundamental que rouba a cidadania  de  adolescentes inscritos na escola pública.

•Há uma gritante demanda por aprendizagens relativas a saberes sociais que requerem oportunidades alargadas de sociabilidade. Esta demanda está exposta por todos os poros do adolescente. Praticamente não as possuem e são fundamentais neste período de construção de identidade. Nesta fase da vida, os pares tornam-se referencia principal.


Dayrel e outros (2009) reportando-se a SIMMEL(1983) apontam para uma sociabilidade  nesta faixa etária que não se associa a conteúdos; o fim é a própria relação; “o falar torna-se o próprio fim, o assunto é simplesmente o meio para a viva troca de palavras revelar seu encanto. É um jogo, e um "jogo com".

•As resistências com a escola começam com a enorme dificuldade de serem reconhecidos nesta busca de sociabilidade. A paixão pela relação os faz irrequietos, dispersos e desgarrados dos conteúdos.

As rotinas, regras e recortes escolares funcionam como cerceadores desta sociabilidade.

•Visível incivilidade no trato das relações e espaços institucionais de convivência.

Esta incivilidade tem direta relação com valores apreendidos na sociedade contemporânea, marcada pelo paradigma liberal de direitos humanos, onde  a busca é pela  liberdade e satisfação individuais.

•A prática do zoar marca as relações entre os adolescentes, sobretudo em situações que fogem ao seu controle. O zoar é mais um ato de irreverência e de afirmação no jogo das relações que propriamente indisciplina. O zoar não tem fronteiras e está bastante presente na comunicação entre adolescentes até mesmo nas redes em que publicam suas falas como no facebbok, twitter dentre outros. Ganha mesmo um novo gênero satírico, gozador, irreverente.

Os professores têm grandes dificuldades de conviver com a zoação, quase sempre interpretada como indisciplina e agressividade.

Na escola, o zoar é um modo de o adolescente lidar com suas demandas; reagir a suas consignas, escamoteando suas inseguranças ou inibições, apresentar um leve gesto de rebeldia e ou originalidade.

•A mesmice da escola desmotiva seus alunos adolescentes.

•O conflito entre as promessas da escola postergadas para o futuro e a urgência do adolescente em obter respostas para o presente.  

Os adolescentes querem compreender o presente e obter ferramentas para conviver no aqui e agora. Já se tornou, até mesmo cansativo, os discursos sobre a necessária alteração do projeto curricular que parece incólume a este reclame.

•Pouco domínio da leitura e escrita

Nunca é demais insistir que as vulnerabilidades e desigualdades que atingem os adolescentes da escola pública indicam que a velha/nova prioridade da escola deve ser cada vez mais, desenvolver destrezas básicas: falar, ler, escrever, calcular e raciocinar com uma pequena, mas estratégica, bagagem de conhecimentos sócio culturais e científicos vivos  e articulados.

•Os adolescentes querem um “saber fazer”, não apenas um saber. Neste saber fazer a experimentação é indispensável; nela mobilizam-se capacidades cognitivas, afetivas e éticas, interativas e práticas, contextualizadas em ambiências nas quais os aspectos sociais, naturais, tecnológicos ou simbólicos estão todos eles interrelacionados. (Braslavsky, 2001)

Sabemos que o excesso de desigualdades intercepta possibilidades de aprender e acessar conhecimento e riquezas societárias. Do lado dos alunos, os déficits de repertório cultural e social impingidos pela desigualdade funcionam como traves a apropriação dos tradicionais conhecimentos transmitidos pela escola. Do lado da escola, o vazio de conhecimentos sobre a vida de seus alunos e familiares conformam um professor tutelador, autoritário ou impotente para sua missão.    Nesta condição, a escola descola -se das aprendizagens requeridas pela sociedade complexa em que vivemos. As novas gerações precisam maximizar habilidades no plano da sociabilidade e convivência, aprender a acessar e processar informações e conhecimento; carecem do exercício de valores voltados ao bem comum, da ampliação de seu repertório cultural, da fluência comunicativa e domínio de outras linguagens de forma a se sentir competente para acessar as riquezas da sociedade e obter ganhos de pertencimento e reconhecimento de sua cidadania. No atual currículo e no projeto pedagógico, com que freqüência e percentagem são contempladas tais exigências?


Os adolescentes e seus Modos de Aprendizagem

Como hipótese metodológica inicial apostou-se na inversão da lógica usual de aprendizagem partindo dos saberes vividos, da experimentação e das aprendizagens acumuladas nas trajetórias de vida do adolescente para introduzir novos conhecimentos.

Para nossa investigação nos valemos de oficinas realizadas com os adolescentes no contra-turno escolar.

Foram planejados sete diferentes laboratórios, que poderiam ocorrer em uma ou mais oficinas. O aluno podia se inscrever e participar de um ou de todos os laboratórios, dependendo de seu interesse.

•Os laboratórios, embora envolvessem temáticas distintas, foram trabalhados reforçando a concentração, a confiança, o compromisso, a comunicação, a produção coletiva e o respeito. A intenção foi oferecer um leque diversificado de situações de aprendizagem, perspectivando investigar habilidades, modos de relação, comportamentos, valores, interesses e processos de aprendizagem.

•As sete temáticas foram definidas a partir de demandas levantadas no 1º Workshop realizada com o grupo de alunos das duas escolas públicas.

•Os laboratórios foram concebidos para que o conteúdo fosse apresentado e esgotado em cada uma das oficinas.


A aprendizagem

As aprendizagens requerem motivação e convocam as energias  cognitivas ,afetivas,fisicas , eticas. O diferencial nesta  sociedade  que vivemos é que as aprendizagens ocorrem em multiplos espaços e ambientes.  Não basta a escola e não bastam os professores em sua versão tradicional. Há uma dinamica nesta sociedade ,  em que todos aprendem e ensinam estimulados pela veloz e continua mudanças ; vivemos um sociedade plena de cultura. Por isso mesmo precisamos de comunidades abertas a aprendizagem das novas gerações capazes de apoia-las nos diversos circuitos socio/educacionais/culturais retirando deles aprendizados para a vida autônoma e solidária .

Adolescentes das novas gerações querem aprendizagens úteis, ágeis e vivenciadas; não se adaptam ao ritmo e sequencia proporcionada pela escola formal.

Toda aprendizagem útil e desejada funciona como potencia capaz de debilitar os fatores que fazem esta população sucumbir às tramas da desigualdade. Produzem autoconfiança. Conformam-se como estratégias que podem alavancar e ampliar capital social e cultural necessário para mover mudanças desde dentro do próprio grupo.Igualmente estimulem a curiosidade por novos conhecimentos. 

É preciso desenvolver o protagonismo do adolescente em seu próprio aprendizado: mobilizar o esforço consciente e a persistência no alcance da aprendizagem desejada.

Por isso mesmo parte-se do interesse do adolescente, deixa-se claro o foco, a meta, transitando por processos pactuados na perseguição e alcance das aprendizagens desejadas.

Adolescente são capazes de aprender quando há experimentação  que os instiga.

A experimentação é central na aprendizagem. É ela que mobiliza o aprendizado. Exposições previas para posterior experimentação não os mobiliza, ao contrario os dispersa. É somente experimentando que se tornam curiosos para demandar informações e explicações convertendo-as em conhecimento.

•    Oficinas de 2/3 horas são quase sempre insuficientes para o conteúdo programado. De fato em todos os laboratórios constatamos que o tempo curto de uma oficina (em torno de duas horas e ½ ) exigia dos monitores saltar as explicações iniciais sobre conceitos e partirem direto para as experiências. Os conceitos emergiam então por demandas dos alunos a partir da experiência já em desenvolvimento. Observou-se ainda que a apropriação do novo conhecimento ocorre,  muitas vezes, já em outra nova oficina ou situação de aprendizado sempre mediado pela experiência. Foi assim que se deu por exemplo na criação de um RAP esperado no proprio laboratório ( de musica ) mas que ocorreu posteriormente valendo-se dos conhecimentos adquiridos sobre ritmos e musicalização.

O tempo curto obedece aos ritmos de concentração dos adolescentes e seu jeito de aprender por mediações – uma oficina constituindo-se em mediação para outra.

O Exercício de Valores : Humanização

É nesse período da adolescência, plena de busca de sociabilidade e de identidade, - onde a relação é o bem mais precioso - que se torna mais importante o exercício de valores plenos de humanidade em contraponto a valores hedonistas .

Mas como desenvolver novos valores com adolescentes cujo hábito recorrente é de zoar e cuja prática de incivilidade na relação com o outro e com os espaço institucional é costumeira?


Para trabalhar valores precisamos de ambiências propiciadoras de liberdade e expressão; é nesse clima que se desenvolve a alteridade e a resiliência para conviver em sociedade buscando a equidade, o cuidado o acolhimento do outro, a cooperação.

Neste processo, o aluno adolescente precisa ser ouvido. Escutar o que tem a dizer, buscar entender suas demandas, não prejulgá–los, não reprimi-los, mas exercer a autoridade com diálogo, sobretudo quando as questões ultrapassam os limites.

No exercício de valores, um fato é bastante claro: precisam ser olhados nos olhos o que nem sempre o professor o faz em sala de aula.


RECORTES METODOLÓGICOS - PÍLULAS DE APRENDIZADO


PÍLULAS DE APRENDIZADO: Concentração , Confiança, Compromisso , Expressão, Comunicação e Argumentação, Respeito


Novo conhecimento convertido em conhecimento vivido


Produção coletiva


•As aprendizagens aqui propostas, pode se dizer, funcionaram como

estratégias para alavancar e ampliar o capital social e cultural necessário

para proporcionar mudanças a partir do próprio grupo. Igualmente

estimulamos a curiosidade por novos conhecimentos e fornecemos novas

condições para o acesso deste conhecimento.


•Partimos do interesse deles transitando por processos pactuados na

perseguição e alcance das aprendizagens desejadas.


1. Formação Contextualizada.

Partirmos dos saberes vividos, possibilitando a conversa mais profícua entre

estes e o conhecimento; entre estes e novas aprendizagens.


2. Constituição de um fluxo dinâmico de aprendizagens.

Criação de laboratórios de aprendizagem dinâmicos que mantiveram um

olhar constante nos adolescentes, sendo capazes de mudar seu

direcionamento para acompanhar as respostas colhidas e as reações

observadas, adequando-se a dinâmica própria dos adolescentes para

garantir uma relação constante de trocas que não se desfaça no

desinteresse, dispersão e/ou desmotivação.


AS PÍLULAS DE APRENDIZADO


As pílulas de aprendizado foram concebidas a partir do reconhecimento de

que os adolescentes possuem dificuldades de concentração e de que a

experimentação é essencial. Desta foram pensados laboratórios de curta

duração - com temáticas e dinâmicas próprias ofertadas semanalmente.


Foram planejados sete diferentes laboratórios, que poderiam ocorrer em

uma ou mais oficinas. O aluno podia se inscrever e participar de um ou de

todos os laboratórios, dependendo de seu interesse. Os laboratórios

ofertados para os alunos foram:


1. Laboratório de Malhação Esportiva: Este laboratório inclui vários tipos

de esportes, parcour, futebol, corridas entre outros promovendo jogos,

exercícios e esportes variados, trabalho físico e de corpo. Visa, sobretudo a

apreensão e o exercício de regras e valores emergentes em uma disputa

esportiva, além da consciência corporal/reconhecimento do seu corpo e do

outro.

2. Laboratório Digital: uma exploração pela informática e novas

tecnologias, como montagem de blog, stop motion, vídeos e

documentários.

3. Laboratório de Alquimia: experiência científica com materiais e

elementos químicos, produção de experiências e desenvolvimento de

pesquisa. Esta oficina foi realizada pelo Instituto Sangari.

4. Laboratório de Moda: customização de roupas, bolsas, etc, o desfile

(como andar em uma passarela), confecção de bijoux, comportamento

( como se apresentar ao outro e falar com o outro).

5. Laboratório de RAP: este laboratório inclui música, ritmo, repertório e

voz, como transformar poesia em RAP, FUNK etc. Como construir uma

poesia, letra de musica.

6. Laboratório de Cena: trabalha-se a encenação, a representação, a se

colocar numa platéia, a impostação de voz, a expressão corporal, a

compreender e usar a linguagem do corpo, a dança.

7. Laboratório de GEO-Exploração: temas da vida, montar estações de

trabalho utilizando-se de pesquisas na internet, filmadoras e fotos.


Embora os laboratórios envolvessem temáticas distintas, foram trabalhados

reforçando a concentração, a confiança, o compromisso, a comunicação, a

produção coletiva e o respeito. A intenção foi oferecer um leque

diversificado de situações de aprendizagem, buscando investigar

habilidades, modos de relação, comportamentos, valores, interesses e

processos de aprendizagem.


A Condução Metodológica das oficinas


• Abordagem acolhedora e o conteúdo atrativo para alavancar a motivação para ganhos de aprendizagem.

• A criação de uma ambiência esteticamente cuidada e aconchegante de forma a propiciar aos adolescentes a vivência do bom, do belo e do justo.

• O desenvolvimento da temática nos laboratórios com foco e objetivos claros, com informações que possam ser apropriadas e experimentadas, gerando conhecimento.

• Experimentação e vivências em grupo.

• Os acordos de convivência feitos em todo o inicio das oficinas.

• Uma relação horizontal estabelecida com eles, promovendo o exercício da autonomia e da liberdade no espaço; os conflitos e limites que surgiam eram enfrentados e discutidos coletivamente.

• Concentração + confiança + compromisso mútuo +

comunicação + produção coletiva + respeito com responsabilidade + nova

temática: são ingredientes presentes em todas as oficinas.


Processo Pedagógico utilizado nas Oficinas


1. Introdução da Temática: apresentação da atividade proposta, do

conteúdo a ser desenvolvido, do desafio e do resultado pretendido;


2. Desautomatização: O uso de estratégias de sensibilização para

envolvê-los na temática a ser abordada de deixando-os  mais a vontade para se arriscar e se expor. A auto-crítica e o medo de se expor limita a participação dos adolescentes numa atividade, contrariando até mesmo sua vontade.


No processo de aprendizado é preciso começar pela linguagem corporal

para depois produzir a elaboração e expressão de sentimentos e

descobertas.


Dançar, cantar, por exemplo, é uma ação que provoca este processo. Este

momento propicia trabalhar confiança, a socialização entre eles e aquecer-

se para o trabalho em grupo.


3. Desenvolvimento da Temática: conhecer /apropriar-se de novas informações com base no desafio proposto, na experimentação e foco em resultados prévios definidos.

4. Avaliação da experiência: ao final da oficina é reservado um tempo

para o que o grupo se expresse sobre a atividade e para elencar novos

interesses nesta temática numa possibilidade de aprofundamento em outras

oficinas.


Rotina Pedagógica nas Oficinas


• Acolhimento dos adolescentes de forma descontraída e afetiva.

• Oferta de um espaço e uma ambiência voltada para a temática,

cuidados com valorização da estética.

• Quadro de avisos para registrar “regras” a serem construídas

coletivamente pelo grupo de adolescentes sendo cumulativas na

continuidade das oficinas;

• Quadro de referências e repertório, cartazes com imagens;

• Apresentação da atividade do dia, dos participantes e construção de

“3 acordos”/ valores que serão trabalhados durante o dia e relembrados no

final do dia;

• Exibição de um filme de curta duração (5 minutos) como fonte de

inspiração para a atividade que virá a seguir. Durante o filme, os jovens

recebem um lanche;

• Pequena biblioteca e sugestões sobre os assuntos tratados para eles

pesquisarem e acessarem;

• Caderno coletivo de anotações com ideias e sugestões;

• No finalzinho: um jogo coletivo + argumentação e avaliação;

• Organização e limpeza do espaço de trabalho pelos adolescentes.


“A ARTE DE ENSINAR É A ARTE DA DESCOBERTA ASSISTIDA” - Mark Van Doren



FONTES BIBLIOGRÁFICAS:

 

BRASLAVSKY, Cecília. As novas tendências mundiais e as mudanças curriculares no ensino médio do Cone Sul da década de 90. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/novastend.pdf.

CARVALHO, Maria do Carmo B. – Aprendendo com os Adolescentes -  Relatório de Pesquisa /2012 ; São Paulo.  Associação Cultural Casa das Caldeiras com apoio  da Fundação Itaú Social. ( documento interno)

CARVALHO, Maria do Carmo Brant de; MANSUTTI, Maria Amabile. Ensino fundamental 2: dicas. São Paulo: CENPEC/ Instituto Desiderata, s/d. 22 p. Disponível em: <http://www.slideshare.net/Cenpec/publicacao-desiderata-gife?from=share-email-logout1>. Acesso em 06 jul. 2011.

DAYRELL, Juarez  ; NOGUEIRA, Paulo Henrique de Queiroz ; MIRANDA, Shirley Aparecida de - UFMG/2009 ;  “Os jovens de 15 a 17 anos – características e especificidades  educativas” .